Vale a pena pagar com dinheiro ou com milhas?
Informe os dados da emissão que você está vendo e descubra na hora quanto valem as suas milhas — e o que compensa de verdade.
O cálculo, sem mistério
A ideia é descobrir quanto vale cada 1.000 milhas suas (o "milheiro") nesta emissão. Se elas valem muito, compensa usar; se valem pouco, é melhor pagar em dinheiro e guardar as milhas para uma oportunidade melhor.
1. A economia real
Mesmo emitindo com milhas, você paga as taxas de embarque em dinheiro. Então a economia é o preço menos as taxas: economia = preço em dinheiro − taxas.
2. O valor do milheiro
Divida a economia pelo total de milhas gasto, em milheiros: valor do milheiro = economia ÷ (milhas ÷ 1.000).
3. O veredito
Comparamos o valor do milheiro com quanto custa conseguir milhas (comprando ou acumulando no cartão). Se elas rendem mais do que custam, vale usar.
As faixas de referência (R$ 18 e R$ 25) são médias de mercado; na opção "personalizar" acima você as ajusta ao seu custo real de milhas.
Ferramenta informativa. Os valores dependem da emissão, do programa e da disponibilidade — confirme sempre no programa de fidelidade antes de resgatar.
Perguntas frequentes sobre valor de milhas
Divida o valor em reais da passagem que você emitiu pela quantidade de milhas usadas e multiplique por mil. Por exemplo: uma passagem que custaria R$ 1.200 e foi emitida com 30.000 milhas resulta em R$ 40 por milheiro (1.200 ÷ 30.000 × 1.000). É esse cálculo que a ferramenta acima automatiza.
No mercado brasileiro, resgates entre R$ 25 e R$ 40 por milheiro costumam ser bons, e acima de R$ 40 são ótimos. Abaixo de R$ 18 geralmente não compensa usar milhas — vale mais pagar em dinheiro e guardar os pontos para uma emissão melhor.
Em geral o valor por milheiro é mais alto em passagens internacionais e em classes superiores, porque a tarifa em dinheiro delas é muito maior. Trechos domésticos baratos costumam entregar valor menor por milha. Compare o milheiro de cada opção antes de decidir.
Porque depende de três coisas que oscilam: a tarifa em dinheiro daquela passagem no dia, a disponibilidade de assentos com milhas e o quanto você pagou para acumular (transferência bonificada, compra ou gasto no cartão). Por isso o cálculo deve ser feito caso a caso.